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Apaixonados por som automotivo

devem ganhar um local para curtir o barulho


RádioO som automotivo usado pelos jovens é considerado uma diversão por eles que organizam a disputa de campeonatos da modalidade. Em Costa Rica não há um local adequado para que eles possam se reunir e “curtir” o som em alto volume com seus equipamentos potentes, conforme informou Daniel Henrique Silva, 29 anos que está uscando uma alternativa para que os cerca de 40 carros de som automotivo da cidade possam escutar suas múicas eletrônicas sem nenhum constrangimento e sem importunar os moradores.

Daniel,conversou com o Hora da Notícia na última terça-feira (07) e contou que busca uma pareceria com os poderes e com as autoridades locais para que possam realizar eventos sem ser preciso correrem da polícia ou perturbar o sossego das pessoas. De acordo com ele um grupo já reuniu com o prefeito Jesus Queiroz Baird, (PMDB) e informaram a ele que estão estudando a possibilidade de montar uma associação e reivindicaram um local seguro para os encontros. “Não queremos fazer som na Avenida onde incomoda os moradores, precisamos de apoio do poder público para nosso lazer”, disse Daniel.

Ele informou que a conversa foi produtiva e o prefeito deverá atender a reivindicação. “queremos um espaço com sombras, banheiros, lixeiras, um telão, e a contratação de seguranças”.

Ele informou ainda que o grupo esteve reunido com o representante do Ministério Público Estadual, George Cássio Abbud para informar a ele da iniciativa e tentar buscar uma parceria para que seja uma atividade legalizada. De acordo com Daniel a intenção e ajudar as autoridades nas campanhas educativas como aconteceu, segundo ele no final do ano, “arrecadamos mais 300 quilos de alimentos (100 cestas de alimentos)”.

O próximo passo será agendar uma conversa com o delegado de polícia, Cleverson Alves dos Santos para discutir sobre a iniciativa e informar da disposição para participar da campanha contra as drogas, “vamos nos colocarmos a disposição dele para participar do "Costa Rica sem Drogas”.

De acordo com Daniel um equipamento de som custa cerca de 5 mil reais e quando a polícia bate normalmente apreende, “não queremos conflito com a polícia e com o Conselho Tutelar”. Ele acredita que o espaço vai ajudar uma vez que deve diminuir as ocorrências policiais.

O objetivo é estruturar um local adequado para que possam se divertir sem perturbar ninguém. ”Nós gostamos de som, não somos marginais, queremos um área de lazer e o apoio do poder público”. Segundo o organizador a cidade tem cerca de mil jovens que gosta de som.

Fonte:Hora da Notícia


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