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Segundo dia de temporal destelha casas e compromete o abastecimento de energia elétrica na Grande

Segundo o meteorologista Leandro Puchalski fenômeno não deve se repetir nos próximos dias


RádioO estrago causado pelo temporal de quarta-feira ainda era consertado quando outras regiões da Grande Florianópolis foram atingidas por ventos fortes no final da tarde desta quinta-feira. A nuvem formada por causa do calor e da umidade atingiu, no primeiro dia, São José, a região continental de Florianópolis e Sul da Ilha. Um dia depois, foi a vez do Norte da Ilha e Palhoça.

Veja as fotos dos estragos causados pela chuva em São José e Florianópolis

Em ambos os casos a tempestade seguiu para o mar. Na Barra da Lagoa, Lagoa da Conceição, Vargem Grande e Rio Vermelho ficaram sem o fornecimento de energia elétrica na noite desta quinta-feira. Em Canasvieiras, também as escuras, casas foram destelhadas. Forquilinhas, em São José, algumas pessoas permaneceram sem luz desde quarta-feira e em Tijucas, na Grande Florianópolis, Cerca de 50 mil unidades consumidoras foram prejudicadas.

Na quarta-feira as rajadas destelharam 142 casas, derrubaram árvores e deixaram muitos moradores sem luz, quando 70 mil unidades consumidoras ficaram sem eletricidade, conforme a Celesc. Em São José, uma criança de cinco anos, foi atingida no rosto e em uma das pernas por uma telha da casa do vizinho, enquanto assistia televisão. Ela foi submetida a uma cirurgia e continua internada em observação.

Os rastros foram deixados por ventos de até 110 km/h. Nos dois dias, o sol forte provocou calor e umidade e a combinação resultou nas tempestades com duração de pouco mais de 30 minutos. A maioria das casas atingidas ficam em São José e na área continental de Florianópolis. A Defesa Civil de São José busca amenizar a situação precária das famílias atingidas com telhados improvisados feitos com lonas. O Sul da Ilha, onde fica o estádio da Ressacada, foi o último local onde a nuvem carregada passou antes de seguir para alto mar, comprometendo parte da estrutura da arquibancada coberta.

O volume da chuva registrado durante a tempestade de quarta-feira foi de 25 milímetros e coincidiu com o horário do jogo do campeonato catarinense. No mesmo período, apenas 5 milímetros foram registrados no Norte da ilha.

A diferença entre os extremos da cidade retrata que as áreas atingidas são restritas, segundo o meteorologista do Grupo RBS, Leandro Puchalski.

Confira a previsão completa do tempo

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— Os ventos fortes foram provocados pela nuvem densa formada por causa do calor extremo e muita umidade. A região do Vale do Itajaí foi o berço do temporal que rapidamente se deslocou para região Leste do Estado.

A localização de Santa Catarina permite o avanço de correntes tropicais segundo explicação da meteorologista da Epagri/Ciram, Marilene de Lima.

— As correntes quentes formam áreas de baixa pressão, principalmente no período da tarde. Mas a previsão é que os fenômenos não voltem a acontecer nos próximos dias.

Fonte: Clicrbs.com.br


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