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Testemunha de acusação e informante são ouvidos na manhã

Segundo dia do julgamento do goleiro Bruno


RádioJulgamento teve início às 9h20, no Tribunal do Júri de Contagem. O primeiro a ser ouvido foi a testemunha de acusação João Batista Alves Guimarães

Na manhã do segundo dia de julgamento do goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza e de sua ex-mulher Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, nesta terça-feira, 5 de março, a juíza Marixa Fabiane Rodrigues, titular do Tribunal do Júri de Contagem, deu prosseguimento à oitiva das testemunhas. O julgamento acontece no Fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem.

Os trabalhos, iniciados às 9h20, começaram com a oitiva da testemunha de acusação João Batista Alves Guimarães, arrolada pelo Ministério Público. A juíza Marixa leu depoimento prestado por João Batista no Salão do Júri, em novembro último, no qual ele afirmou ter presenciado todo o depoimento prestado pela testemunha de acusação Cleiton da Silva Gonçalves à delegada Alessandra Wilke, na Delegacia de Polícia de Contagem, em 29 de junho de 2010.

João Batista foi questionado, inicialmente, pelo promotor Henry Wagner Vasconcelos, e em seguida pelos advogados dos réus, Lúcio Adolfo da Silva e Tiago Lenoir Moreira. A testemunha afirmou que Cleiton da Silva parecia prestar o depoimento sem pressão, pois estava tranquilo, e que se encontrava sem algemas.

A outra testemunha de acusação arrolada pelo Ministério Público, Jailson Alves de Oliveira, foi dispensada pelo promotor Henry Vasconcelos e teve concordância dos advogados dos réus.

Defesa

A segunda testemunha a ser ouvida nesta manhã foi Célia Aparecida Rosa Sales, prima do goleiro Bruno e irmã de Sérgio Rosa Sales, réu pronunciado no caso Eliza Samudio e assassinado em 22 de agosto do ano passado. A pedido do Ministério Público, Célia Aparecida foi ouvida como informante, e não como testemunha de defesa de Dayanne, já que mantém parentesco e laço afetivo com o goleiro Bruno.

Célia Aparecida foi questionada, inicialmente, pelo advogado de Dayanne, Tiago Lenoir. A informante contou sobre seu relacionamento com Bruno e Dayanne, sobre sua ida ao sítio do goleiro, em junho de 2010, e sobre ter cuidado do filho de Eliza Samudio, Bruninho, em um daqueles dias. Foi lido em plenário depoimento dado por ela em 6 de julho de 2010, na Delegacia de Polícia, durante a fase policial.

Em seguida, Célia foi questionada pelo promotor Henry Wagner sobre contradições entre as informações prestadas por ela na fase policial e as que acabara de prestar nesta terça no Salão de Júri, ao responder a perguntas do advogado Tiago Lenoir. Durante seu depoimento, Célia Aparecida contou sobre o encontro dela com Eliza Samudio, no sítio, o que viu ali e sobre as circunstâncias da entrega do bebê Bruninho a outro réu do processo, Wemerson Marques de Souza, conhecido como Coxinha.

Célia Aparecida também foi questionada pelos assistentes de acusação José Arteiro Cavalcanti Lima, Cidnei Mendes Karpinski e Maria Lúcia Borges Gomes e pelo advogado de defesa de Wemerson Marques de Souza, Alexandre Rodrigues de Paiva.

Às 13h10, a juíza Marixa Fabiane suspendeu o julgamento por uma hora para o intervalo do almoço.

FONTE: Assessoria de Comunicação Institucional


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