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Olímpicas e paralímpicas

Rio discute heranças e oportunidades de negócios olímpicas e paralímpicas


RádioRepresentantes da prefeitura, da Apex Brasil e do comitê organizador debatem desafios e conceitos da organização do megaevento em seminário na capital fluminense
O presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Joaquim Monteiro de Carvalho, destacou nesta terça-feira (29.03), durante o seminário Rio 2016 Futuro de Ouro, realizado em um hotel em Copacabana, que os Jogos Rio 2016 deixarão, além dos legados concretos, uma herança intangível da cultura de planejamento para o Brasil. De acordo com ele, o projeto brasileiro foi pensado desde o início a partir dos desafios enfrentados pelo Rio de Janeiro como cidade.

“O projeto olímpico 2016 tem três pilares. O primeiro é que esses são os Jogos da transformação, que vão transformar a cidade e deixar um legado, como o da mobilidade. O segundo é a economia de recursos públicos: pela primeira vez na história dos Jogos modernos temos a participação significativa da iniciativa privada. E o terceiro pilar são os Jogos sem elefante branco, com obras dentro do cronograma. A gente não está preparando a cidade do Rio para os Jogos, estamos transformando a cidade do Rio”, disse Joaquim Monteiro.

Representando o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o presidente da EOM também destacou a experiência adquirida pelo Rio e pelo Brasil com os grandes eventos realizados antes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. “Tivemos a importância estratégica de ter esse laboratório de grandes eventos nos anos anteriores, então essa curva de aprendizado se concretiza nos Jogos Olímpicos”, afirmou, em referência ao Pan de 2007, a Rio + 20 (2012), a Jornada Mundial da Juventude e a Copa das Confederações (2013), e a Copa de 2014.

Para Joaquim Monteiro de Carvalho, a experiência brasileira de privilegiar a transformação da cidade poderá servir de exemplo para outras edições dos Jogos Olímpicos. Ele citou o conceito de arquitetura nômade, caso da Arena do Futuro, que depois do evento terá a estrutura aproveitada para a construção de escolas. “Os Jogos de 2016 são muito fiéis à realidade brasileira: não tem perfumaria, não tem mármore, não tem luxo. São Jogos da brasilidade, da criatividade, da economicidade. A gente vai inspirar muitas cidades olímpicas”.

Negócios

Também participaram do seminário o diretor de negócios da Apex-Brasil, André Favero, o vice-presidente da Federação de Indústrias do Rio de Janeiro, Carlos Gross, além de empresários e representantes do Sebrae, do Comitê Rio 2016 e do Clube de Regatas Flamengo.

Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a Apex espera um grande volume de negócios para o período dos Jogos. “Garanto que teremos uma agenda sólida e consistente de negócios. A Apex tem organizado nos últimos cinco anos grandes eventos, como a Copa do Mundo, e temos adquirido grande experiência em relação a promover negócios. Certamente estamos preparados e treinados para, na arte de agenda de negócios, tirar o melhor proveito das Olimpíadas”, afirmou André Favero.

A Apex atua em três eixos principais, com o objetivo de criar uma trilha de atendimento para empresas que nunca exportaram e querem começar a exportar, empresas que querem ampliar as exportações e empresas que querem começar um processo de internacionalização. Além disso, a agência trabalha com atração de investimentos. “Essa agenda é a que vamos trazer para a Casa Brasil. Vamos mostrar durante as Olimpíadas um Brasil modernizado, criativo, inovador e tecnológico”, explicou Favero.

O diretor da Apex também destacou as oportunidades de negócios geradas pelos Jogos Paralímpicos. “Nos últimos dois anos identificamos uma dimensão enorme no setor produtivo brasileiro chamado de tecnologias assistivas, que são próteses, cadeiras de rodas, móveis e equipamentos adaptados. O Brasil é a segunda ou terceira planta industrial desse tipo de equipamento. É um mercado fantástico. Ao ter uma Paralimpíada no Brasil, e temos inclusive multicampeões paralímpicos, cria-se uma agenda fantástica de negócios”, encerrou.

FONTE;Mateus Baeta - brasil2016.gov.br


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